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O que é Software
Aberto?
O conceito de “Open Source”, ou
Software Aberto, é uma nova e revolucionária
maneira de distribuição de software, com vantagens
para o Cliente, Parceiro e Fornecedor. Esse conceito está
alinhado com as necessidades de mercado de menores Custos,
maior Flexibilidade, e total Liberdade, Independência
e Transparência.
Como exemplos, podemos citar: Linux, Apache,
SendMail, OpenOffice, entre outros.
Essa maneira de comercialização
possui algumas características importantes, tais como:
• Não existe custo de Licenciamento e Locação
• O produto é fornecido com Código Fonte
• Possui independência total de Tecnologias e
Plataformas
Diferença entre Software Proprietário
x Open Source
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Software
Proprietário |
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Open
Source |
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Plenos
poderes para o Fabricante do Software para Venda, Distribuição
e Manutenção do Código Fonte |
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O Software Livre mantém o direito de copyright
do autor, mas permite a livre distribuição,
alteração e acesso ao código fonte
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Pagamento anual de uma % do valor inicialmente contratado
das Licenças de Uso a título de “Suporte
e Manutenção”. Caso queira instalar
o software em mais máquinas do que sua licença
permite, ele deve adquirir mais licenças do fornecedor
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O
Software Livre pode ser vendido ou distribuído
sem custos, mas sempre deve ser disponibilizado o código
fonte. Ao contrário do software proprietário,
pode-se obter uma cópia e instalar o software em
diversas máquinas |
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Não é dado acesso ao Código Fonte,
que lhe impede de fazer modificações ou
melhorias no software, o que o torna altamente dependente
do fornecedor para obter atualizações de
falhas de segurança, por exemplo
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Richard
Stallman, o principal idealizador do conceito de Software
Livre, idealizou a licença GNU GPL, que formaliza
a licença Open Source |
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Um
exemplo de Software Proprietário é o Sistema
Windows |
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Um exemplo de Software Livre é o sistema operacional
Linux
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Vantagens Open
Source
• Diminuição nos Custos
de obtenção do Software
• Diminuição da burocracia para adquirir
e administrar LU’s
• Possibilidade de reconfiguração autônoma
• Quantidade de informação pública
disponível gratuitamente
• Possibilidade de uso equipamentos já considerados
obsoletos
• Baixo tempo de resposta na correção
dos bugs
Vantagens Financeiras na aquisição de Soluções
Opens Source
1. Diminuição nos custos de obtenção
do software
A diminuição dos custos de obtenção
provavelmente é o primeiro argumento a favor do software
livre que vem a mente. De fato, por possuir custo insignificante
ou até zero, já é possível sentir
a diminuição dos custos na hora da obtenção
do software.
Mas sabemos que custo de software não é só
o custo de obtenção, incluindo também
custos de implantação e manutenção
de um ou vários computadores. Quando se compra software
proprietário, tem-se a impressão de estar adquirindo
juntamente o serviço de suporte, o que acarretaria
que os custos de manutenção já estariam
embutidos. Entretanto, muitas vezes a qualidade do suporte
oferecido pelas empresas de software proprietário deixa
a desejar, requerendo que se contrate manutenção
por conta própria, o que apresenta custo elevado.
Utilizando software de fonte aberta, a empresa tem a liberdade
de escolher o seu fornecedor de suporte entre vários,
podendo optar pelo que ofereça o melhor preço
ou pacote de serviços.
2. Diminuição da burocracia para adquirir e
administrar licenças
As empresas, sobretudo as maiores, normalmente requerem que
se faça um amplo processo de análise antes de
se realizar qualquer compra de alto valor. Notadamente, isso
inclui software proprietário, que normalmente alcança
altas cifras, especialmente quando comprado em grande quantidade
para muitas máquinas. Esse processo leva tempo e possui
alto custo para as empresas.
Com software livre, esse problema acaba. Por apresentar custo
zero ou muito baixo, pode-se obter esse software e instalá-lo
em um pequeno conjunto de máquinas da empresa, para
determinar se este satisfaz suas necessidades. Caso a resposta
seja positiva, pode-se utilizar a mesma cópia para
instalá-lo em todas as máquinas desejadas.
Note que os processos de compra de software estão sendo
desconsiderados, o que reduz o tempo de obtenção
do software e os custos associados. Pode-se utilizar esses
esforços para firmar um contrato de manutenção
e suporte bem mais vantajoso, por exemplo.
Outro problema que desaparece é a necessidade de administrar
licenças de software. Pode parecer um problema pequeno,
mas a complexidade de administrar muitas licenças de
software acaba se tornando um processo caro para as empresas.
Some-se a isso o fato de que as empresas de software proprietário
cada vez mais apertam o cerco contra a utilização
de software sem licença, através de pesadas
multas e de legislação que preve até
prisão para quem não pague as taxas de licenciamento.
Uma empresa pode livrar-se de todos esses problemas utilizando
software livre.
3. Possibilidade de reconfiguração autônoma
Software de código aberto permite que a empresa modifique,
atualize e elimine bugs do software que usa por si própria,
ou contratando desenvolvedores independentes.
Talvez a relevância disso não esteja clara, mas
suponha o seguinte exemplo: uma empresa possui muitas de suas
operações rodando sobre determinado software
proprietário. Em um determinado momento, alguém
descobre a presenca de um bug. O que a empresa pode fazer?
Absolutamente nada de concreto. Pode pressionar o fornecedor
para fornecer uma correção, mas nada mais concreto
do que isso. A empresa está totalmente a mercê
de seu fornecedor.
Se o código fosse aberto, e a situação
de emergência, a empresa poderia contratar programadores
para corrigir o software, salvando-se de possíveis
grandes problemas.
Há ainda um problema mais sério: se o fornecedor
do software vai a falência. Utilizando software proprietário,
a empresa não teria alternativas a não ser utilizar
a versão corrente. Não teria acesso nem possibilidade
de evoluir o software, adequar-se a novas mudanças
e possibilitar a evolução sem atrapalhar suas
operações. As alternativas seriam adquirir software
novo, o que traz altos custos de adaptação,
ou utilizar o software do jeito que está, possivelmente
ignorando as inovações.
Se o fonte é aberto, a empresa circunda todos esses
problemas: em caso de falência do fornecedor, pode contratar
outras empresas para fornecer suporte ou até mesmo
montar sua própria equipe de desenvolvimento e manutenção.
Um último exemplo que favorece o software livre é
a possibilidade de produzir versões customizadas de
software que atendam a suas necessidades .
Com software de código aberto, pode-se reduzir o software
apenas ao conjunto de funções necessárias,
tornando-o mais eficiente, ou mesmo adicionar recursos por
conta própria, fazendo com que o software reflita melhor
as necessidades da empresa.
4. Quantidade de informação pública disponível
gratuitamente
Devido a natureza aberta e a estar visível para todos
que o queiram, o software de fonte aberto acaba por gerar
grande quantidade de manuais, tutoriais e how-tos, que enriquecem
a experiência, manutenção e utilidade
do software. A informação não se limita
aos manuais, mas também é amplamente discutida
em listas de discussão e newsgroups, o que acaba por
difundir e aumentar o conhecimento disponível sobre
o software.
Isso é extremamente útil em momentos de dificuldade
e mal funcionamento do software, quando toda a informação
relevante que está disponível tem o potencial
de tornar-se util.
As informações disponíveis tambem são
responsáveis pela boa evolução do código,
facilitando com que novas funcionalidades possam ser incorporadas.
5. Utilização de equipamentos
já considerados obsoletos
Outro fator que torna software de código aberto uma
alternativa muito interessante é sua extensa maleabilidade
e possibilidade de funcionar de formas diferentes em plataformas
diferentes. Exemplos são o Linux e suas aplicações.
O usuário pode optar entre o KDE, um poderoso mas pesado
ambiente de janelas, ou utilizar algo mais simples, mas nem
por isso menos útil, como o fvwm. Linux pode ser utilizado
para rodar um cluster de máquinas padrão Intel
para computação paralela, ou uma simples estação
de trabalho em modo texto. As opções são
inúmeras, e não existe um monopólio querendo
empurrar a cada dois anos um novo sistema operacional completo,
que vai durar dois anos e requerer a compra de novo hardware.
Hardware já considerados obsoletos ganham importância
e utilidade. Máquinas menos poderosas podem ser transformadas
em servidores de baixa demanda, mas que nem por isso deixam
de ter utilidade. Pode-se converter um PC não muito
poderoso em um roteador, rodando Linux ou variações,
e economizar o dinheiro da compra do equipamento semelhante,
garantindo sobrevida a um equipamento que já era considerado
inútil.
6. Baixo tempo de resposta na correção dos bugs
A comunidade de software aberto adotou o conceito denominado
"full discosure": ao se descobrir um bug em software
aberto, é publicado a natureza do mesmo e maneiras
de utilizá-lo (exploits). Rapidamente, para combater
possíveis pessoas mal intencionadas que por ventura
queiram realizar atividades destrutivas devido à falha
no software, programadores ao redor do mundo rapidamente aparecem
com um patch para eliminar a falha.
Pode parecer loucura indicar tão abertamente as falhas
nos softwares, mas esse sistema tem se mostrado muito eficiente,
gerando tempos de produção de patches muito
baixos, e colaborando com a segurança do software.
Software de fonte aberta é submetido à revisão
pública, analisado por muitos e a probabilidade de
se acharem bugs e corrigí-los aumenta violentamente.
E não se esqueçam dos milhares de bugs presentes
em softwares proprietários, da dependência de
uma única empresa para receber patches e do grande
número de ataques sofridos por software proprietário.
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